
Um, dois e já. Começou.
October 10, 2007Eu sempre meti o pau em publicitários que pedem votos. Já é esquisito, alias, publicitários ganharem tantos prêmios. Pedir votos para ganhar esses prêmios, então, é o fim da picada. Prêmios deveriam ser outorgados a quem tem mérito, e não a quem é capaz de angariar o maior número de votos. Aí, neste ano, a gente foi indicado para o Caboré. Não pense que foi sem querer não. Foi de caso pensado. A gente queria ser indicado porque Caboré é um dos prêmios mais importantes [o mais?] da nossa indústria e este foi um ano importante para nós. Saímos do Interpublic, crescemos 40%, mudamos para um escritório mais legal [que você pode ver aqui]. Enfim, esse era o ano para ser indicado ao Caboré. Pronto, fomos indicados. Então agora está estabelecido o dilema. Não é legal pedir votos, mas se não pedirmos, é impossível ganhar [ainda mais difícil, agora que conhecemos os concorrentes]. E se não ganharmos, os 20 anos passam e o Caboré também. Foi assim que surgiu nossa campanha. Não é nada criativa, mas serve para o propósito. Nela, dividimos com um monte de amigos o mico de pedir os tais votos. Durante o próximo mês, portanto, você vai ver uma combinação única de talentos na nossa propaganda, pedindo votos para nós: Nizan Guanaes, Marcelo Serpa, José Victor Oliva, Walter Longo, Celso Loducca, Marcos Quintela, Tomas Roth, além de gente que a gente gosta como Astrid Fontenelle, Felipe Solari da MTV, Edmundo, Alicinha Cavalcanti [e muitos outros que são surpresa, por isso não cito aqui]. A todos eles e a todos os famosos e anônimos que nos ajudaram ao longo desses 20 anos, nosso imenso agradecimento.